A era do capital abundante e do crescimento sem discernimento terminou. Durante a última década, o mercado de tecnologia sucumbiu a uma patologia perigosa: a santificação do processo em detrimento do resultado. O Discovery tornou-se um fim em si mesmo; as cerimônias ágeis, um refúgio para a ausência de direção; e o roadmap, uma lista de desejos financiada pela complacência dos acionistas. Um clássico problema de agência onde o bônus pela entrega ignora a destruição do valor da firma.
O mercado está saturado de produtos que brilham na interface, mas sangram no balanço patrimonial.
Na Bonifácio & Co., rejeitamos a mediocridade do "entregar por entregar". Entendemos que um produto não é um conjunto de funcionalidades, mas um ativo financeiro sob gestão. Se o código que o seu time escreve não é capaz de alterar a margem de contribuição ou otimizar o valor presente líquido (NPV) da companhia, ele é, por definição, desperdício.
Nossa tese é forjada no rigor financeiro da ESCP Business School e validada no campo de batalha, orquestrando bilhões em receita anual e eficiência operacional em gigantes como a RD Saúde. Não discutimos "vibratilidade" ou "mindset". Discutimos alocação de capital, eficiência marginal e o imperativo do EBITDA.
O PM moderno deve abandonar o papel de mediador de tarefas para assumir a cadeira de Gestor de Unidade de Negócio. Sua responsabilidade não termina no deploy; ela começa na leitura do P&L.
A Bonifácio & Co. existe para os poucos que buscam a transição da operação para o tabuleiro estratégico. Para aqueles que compreendem que a elegância de um produto reside na sua rentabilidade, e que a autoridade executiva nasce do domínio dos números.
Rigor na análise. Rentabilidade na execução.
Bem-vindo à nova ordem da Gestão de Produtos.
Diogo Camilo Bonifacio
Founder & Managing Partner, Bonifacio & Co.
ESCP Business School Alumnus
Sobre o Autor: Estrategista de Produtos focado em eficiência operacional e alocação estratégica de capital. Com passagens por grandes operações de varejo digital e saúde, Diogo une o rigor das finanças corporativas à execução de produtos em escala para elevar a gestão de ativos digitais ao nível C-Level.